Histórias de Empreendedorismo Materno: Amanda Costa

E continuando nossa série de posts sobre Empreendedorismo materno, hoje temos a Amanda, 31 anos (32 daqui a uma semana!), mãe do Ricardo, com 02 anos, e Helena (ainda na barriga), empreendedora digital, criativa e multipotencial! Ela é a cara dessa série não é não? Sua definição de si mesma é tão rica que não vou nem perder tempo descrevendo-a:
“Sou mãe do Ricardo, sou esposa do Mateus, sou filha, sou neta, irmã… Sou muitas em uma pessoa só (e quem não é?). 05 anos de trabalho duro e muita criação fotográfica me deram a chance de sair de um trabalho que me deixava infeliz para viver e ser reconhecida pelo que eu amo fazer: registrar pessoas, registrar amores, contar histórias. Se o Universo permitir, passarei minha vida criando arte e textos. Se o Universo permitir, continuarei sendo livre, com minha câmera nas mãos. :)”
Com a palavra, Amanda:
Falo muito, conto piada, mas sou a tal “extrovertida tímida”. De vez em quando, eu me recolho no meu casulo, a minha casa, para renovar as minhas energias, passar um tempo comigo mesma e ficar com as pessoas que amo. Eu penso com o meu estômago. Sou uma criatura sensorial, então me ligo a texturas, tecidos, visuais fantásticos e… comida. Hoje em dia, o prato não tem mais carne, porque tenho uma paixão enorme por animais. 5 gatinhos adotados fazem parte da nossa família. Sou apaixonada por luz e por cores. Já tentei o tal estilo escandinavo, moderno e sóbrio ao mesmo tempo, mas meu negócio é a explosão de cores que a vida nos proporciona. A vida é colorida, tem gosto de sal e açúcar, não fica só no preto & branco – seria muito chato se ficasse!

Acredito no essencial. Acredito em qualidade, não quantidade.

Se eu puder te dar um conselho, ainda que a gente nunca se encontre ao vivo, preste bem atenção: a vida é muito, muito curta para limitar seus amores e seus sonhos.

Trabalho há cinco anos com fotografia e hoje ela me deu muitos frutos. Um trabalho bem-sucedido, onde faço o que amo e tenho clientes queridos e incríveis. Dois cursos online que administro e são bem conceituados. Uni a ela minha paixão por jornalismo digital e criei o A Menina da Foto

Quando eu perguntei à minha amiga como me definir, ela falou a melhor frase sobre mim que eu já escutei: “ligada em um gerador de ideias, viciada em café e apaixonada por pessoas”. Prazer, eu sou Amanda Costa, a tal ‘menina da foto’. 🙂

Sou advogada, trabalhei por seis anos em um banco de investimento, mas sou apaixonada por comunicação, marketing e fotografia e decidi desenvolver em paralelo ao meu trabalho jurídico um negócio.

Eu ajudo mulheres empreendedoras a se posicionarem melhor no mercado e a desenharem suas estratégias de conteúdo digital, publicando conteúdo na internet para se aproximar dos seus clientes ideais.Tudo deu tão certo que hoje eu trabalho exclusivamente com a minha empresa e sou muito feliz em dizer que eu faço o que eu amo, todos os dias.

É minha missão produzir conteúdo de qualidade e inspirar mulheres a encontrarem sua vocação profissional e qualidade de vida, sem exageros ou consumismo. Acredito no cuidado com os pequenos detalhes do dia-a-dia e no carinho nos relacionamentos. No receber bem em casa, em viajar para lugares que se ama, em se descobrir e descobrir novos prazeres.

Defendo a paixão pela moda e pela beleza, mas principalmente e especialmente falo de consumo consciente de produtos de qualidade e de auto-estima feminina. Defendo o estilo, acima da tendência; a identidade, acima do modismo; o atemporal, acima do superficial.

No meu negócio, PROPAGAMOS O EMPREENDEDORISMO, O FAZER DIFERENTE, O EXCLUSIVO E O ARTESANAL. TEMOS A CRENÇA DE QUE INVESTIR EM DESENVOLVIMENTO PESSOAL NÃO É PERDA DE TEMPO – É ALGO INDISPENSÁVEL.

 

Nathalia Lovati Fotografia | www.nathalialovati.com.br

Meu caso de amor com a fotografia começou mesmo há quase seis anos atrás. Foi quando decidi fazer um curso que mudaria minha vida. Em um projeto de conclusão, ao fotografar pessoas, eu fiquei tão apaixonada por todo o processo e entrega do resultado que me bateu o clique: eu poderia fazer isso para o resto da minha vida.

Alcancei mais do que eu poderia imaginar durante esses anos cansativos e intensos. Fotografei em diversos estados do Brasil famílias muito queridas, que eu guardo no coração. Tive a oportunidade de fotografar fora do país mais pessoas incríveis, em lugares igualmente incríveis, como Paris, Londres, Las Vegas, New York! Aonde eu podia me jogar fotografando, eu me jogava! E aprendi muito, muito mesmo! E não canso de aprender (na boa, acho que não vou me cansar nunca!).

Hoje sou formada pelo New York Institute of Photographers, membro do National Association of Professional Child Photographers – NAPCP, colunista do Blog Mãe Coruja e já tive meus trabalhos publicados em sites e revistas super bacanas, como Glamour, Constance Zahn Babies and Kids, Blog Ask Mi, Vestida de Mãe e Minha Filha Vai Casar.

O MAIS IMPORTANTE: HOJE EU TENHO UMA BASE DE CLIENTES APAIXONADAS PELO MEU TRABALHO, CLIENTES QUE EU AMO FOTOGRAFAR. HOJE EU ESCOLHO QUANDO FOTOGRAFAR E GANHO O SUFICIENTE PARA DESENVOLVER OUTROS PROJETOS QUE EU TAMBÉM CURTO E TENHO QUALIDADE DE VIDA.

Quando eu decidi ficar grávida de novo (tem post sobre isso aqui), eu achava que teria uma gravidez tranquila e idêntica à primeira. Santa inocência da mãe que aqui escreve, rs. Acabei me dando conta de que, assim como nenhum filho é igual ao outro, nenhuma gravidez é necessariamente a mesma depois da primeira.

Tem sido uma experiência completamente diferente. Para começar, eu tive um primeiro trimestre enlouquecedor. Sério, eu achei que fosse pirar. Meu corpo deu tilt: eu senti um cansaço que eu nunca senti na vida, tinha vontade de dormir o dia inteiro (quem me conhece, sabe que isso é muito estranho). Senti muito enjoo, vomitei, acabei emagrecendo. Imagine dar conta de um desafio extra: além do trabalho que não pára (porque eu sou empresária, não tenho carteira assinada), precisava dar atenção ao meu pequeno, que tinha menos de 2 anos (acabou de completar 02 anos agora).

Além do corpo zicado, minha mente também deu um nó: eu senti uma melancolia louca. E não conseguia explicar o que tava acontecendo, achei que tava ficando louca. Não só louca, mas ingrata: tanta mulher no mundo querendo engravidar e eu, que engravidei super rápido, estava de mimimi? Que isso! Mais culpa na cabeça: eu valorizava menos a gravidez da minha menina do que a gravidez do meu primeiro filho?! Era isso que eu pensava que estava acontecendo.

Mas a verdade é que tudo não passou de uma combinação de hormônios insanos com deficiência de vitaminas importantes. E quando eu detectei isso nos exames de sangue (gente, olha como o pré-natal é indispensável…), comecei a tomar os suplementos necessários, fazer modificações na minha alimentação. Aí o segundo trimestre veio e me deixou muito mais feliz – aêêê!

Eu ainda preciso de alguns cuidados que dispensei na primeira gestação. Por exemplo, sinto que meu corpo precisa de mais descanso. Senti contrações com dor e isso me preocupou, precisei passar uns dias de repouso forçado. Também tô sentindo muuuuito menos fome do que eu sentia na gravidez do Ricardo. Preciso me forçar a comer, às vezes a correria é tão grande que eu esqueço de almoçar ( e lá vem a culpa na minha cabeça de novo). Mas esse segundo trimestre já está bem mais amigo do que o primeiro!

Quanto ao processo do primeiro filho passar a ser ‘o filho mais velho’. Esse processo é revolucionário não só para o seu filho: ele mexe com você também. Eu estou muito mais apegada ao Ricardo e ele tá sentindo tudo isso. Estamos com a ‘síndrome do coala’ aqui em casa, ele quer ficar no meu colo o tempo todo (e minha médica pediu que eu maneirasse no colo por conta das contrações, imagina o drama). Ele passa o dia inteirinho gritando “mamaaaaaiiiiiim, mamaaaaaiiiiim”. E todo mundo virou “mamaimm”, o que é muito engraçado! Ele olha para o pai e diz “mamaaaaiiim”, ahahahah!

Eu fico olhando agora para ele e fico triste, com medo. Medo de não conseguir dar atenção a ele como sempre dou. Medo de ele se sentir abandonado quando a Helena chegar, de se sentir rejeitado. Medo de não saber lidar com tudo isso da melhor forma para ele. Entende o que eu digo?

Vou procurar conversar bastante com ele nesses meses e colocar ele participando da gravidez, mesmo que ele ainda não entenda muito bem (ok, não entende lhufas) o que está acontecendo. 

Eu nunca tenho a certeza se estou realmente dando toda a atenção de que meu filho precisa. Sempre acho que deveria ser melhor, deveria ser mais atenciosa, mais carinhosa… culpa materna! Essa é a maior dificuldade que enfrento na maternidade…
 
No empreendedorismo, é lidar com toda a intensidade da jornada. É algo surreal você ter um negócio. Eu acordo pensando nele e durmo pensando nele. Só agora que eu estou conseguindo mais equilíbrio.
 
Eu sou uma pessoa criativa e inovadora por natureza, demorei até aceitar essa essência. Ficar em um emprego jurídico público estava acabando comigo, foram anos difíceis. Primeiro me tornei fotógrafa, em paralelo à carreira jurídica; depois, abracei de vez a minha paixão por comunicação e marketing.

 

Aprendi que eu amo meu negócio, meu trabalho e não viveria sem ele.

 

Aprendi que isso não faz de mim uma mãe ruim. Aprendi também que empreender e ter filhos é punk mesmo! O negócio é bem na vibe “aceita que dói menos”, ahahah! É desafiador, é puxado em vários momentos, mas empreender tem me permitido trabalhar em casa, perto do meu filho, buscando ele na creche, cuidando de detalhes que talvez eu deixasse de lado se estivesse trabalhando fora de casa. Eu comecei finalmente a perceber as vantagens desse estilo de vida materno-empreendedor! 🙂

VOCÊ É A RESPONSÁVEL POR LEVAR SEU EMPREENDEDORISMO AO NÍVEL DOS EMPREENDEDORES PROFISSIONAIS…

OU CONTINUAR COMO UMA EMPREENDEDORA AMADORA.

Nathalia Lovati Fotografia | www.nathalialovati.com.br

Qual dica você daria para mães que estão começando agora a empreender?

REDE DE APOIO. Isso foi fundamental aqui. E mais: é indispensável entender que um bebê feliz precisa de uma mãe feliz. Se você precisa trabalhar para ser feliz, então, amiga, entenda que é o melhor para o seu filho ter uma mãe que trabalha e tem um negócio, mesmo que você não passe o dia todo com ele. Por fim, é indispensável procurar se profissionalizar de verdade. Nenhuma formação te prepara para empreender: o negócio é fazer cursos voltados para gestão de projetos, produtividade, finanças e comunicação/marketing.

Amanda, obrigada de coração pela partilha da sua história tão colorida e tão inspiradora! Cresci muito com vc nessa entrevista!

O curso Blog Incrível é um Programa 100% Online que ensina passo a passo, com riqueza de detalhes, como você pode conquistar mais clientes, fechar mais vendas presenciais e vendas online e fortalecer a marca da sua empresa, através da construção de uma comunicação digital e estratégia de conteúdo digital eficiente, constante e poderosa.

O Programa é composto de 07 módulos com aulas em vídeo, transcrições em PDF, materiais de exercício, mais bônus adicionais fantásticos, que aliam conteúdo à prática, estimulando você a produzir seu conteúdo digital com prazer, sem estresse e com mais conexão com seus clientes ideais.

Se vc perdeu o Workshop GRATUITO da semana passada, tia Dany tá aqui pra te ajudar! corre que ainda dá tempo de assistir, ó:

Vídeo 01

Vídeo 02

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São 03 Vídeo-aulas maravilhosas com materiais exclusivos com muitas dicas para você colocar em prática e melhorar a comunicação do negócio. Ela nos ensina a publicar na internet exatamente o que nossos clientes procuram, a conquistar mais clientes, a aumentar as vendas e a tornar seu negócio ainda mais destacado e poderoso.

Tudo a ver com essa série de #HistóriasdeEmpreendedorismoMaterno né não?

Depois me digam aqui nos comentários o que acharam do post de hj! 🙂

Pra entrar em contato direto com a Amanda:

e-mail: contato@ameninadafoto.com.br
http://www.blogincrivel.com.br
instagram: @ameninadafoto
http://www.facebook.com/ameninadafoto
celular: +55 (21) 981418482
  • Gostei do post e do blog em geral, muito bom, espero um dia conseguir deixar o meu assim.
    Estou iniciando o meu, depois da um olhadinha por lá, eu ficaria muto grato por sua visita.
    Abraço.